Transplante Cardíaco

 

A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue suficiente para suprir as necessidades de oxigênio e nutrientes do organismo. Os portadores de IC são limitados, pois, com facilidade, têm falta de ar e os tornozelos podem inchar. Para complicar mais a situação, o coração pode apresentar distúrbios do ritmo cardíaco (arritmias).

É uma das causas principais de doença cardíaca e que produzem maior número de óbitos, não só no Brasil como no mundo inteiro. Muitas causas podem determinar a IC, tal como doenças das válvulas cardíacas, coronárias e defeitos congênitos, os quais podem ser tratados convencionalmente. Contudo, quando o músculo cardíaco diminui seu poder de contração, nas fases iniciais é possível tratar o paciente com medicamentos, mas quando a IC se aprofunda, apesar de terapêutica otimizada, é que será cogitada a substituição do coração doente por outro sadio.

A medicina apresentou enorme evolução nesses últimos 20 anos e transformou os transplantes de órgãos de curiosidade científica e sonhos de ficção científica, numa realidade cotidiana.

Para os pacientes que não melhoram da IC com outros tratamentos clínicos ou cirúrgicos, o transplante cardíaco pode ser a solução.

O primeiro transplante cardíaco humano foi realizado em dezembro de 1967 pelo Dr. Chistiaan Barnard na África do Sul. No início, essas operações usualmente não obtinham sucesso, devido à rejeição ao órgão implantado.

Hoje, com novos conhecimentos de como funciona a imunologia e a aplicação de medicamentos contra a rejeição, a sobrevida dos transplantados tem melhorado significativamente.

Por exemplo, quando uma pessoa sofre um ferimento no dedo as bactérias entram e, para combatê-las, os glóbulos brancos entram em combate para destruí-las, iniciando-se um processo infeccioso.
Resposta semelhante ocorre quando é feito um transplante, pois, imediatamente será atacado já que é um elemento estranho e deve ser eliminado. Contudo, os medicamentos chamados imunossupressores que o paciente deve necessariamente tomar, evitará esse ataque, permitindo ao novo órgão funcionar.

Cerca de 2.300 americanos, em mais de 150 centros especializados, recebem transplante cardíaco a cada ano. No Brasil, existem 24 centros e aproximadamente 100 pacientes/ano são transplantados.

 

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Quando é indicado o transplante de coração?

É indicado quando as medidas clínicas e cirúrgicas no tratamento de insuficiência cardíaca foram esgotadas e a expectativa de vida do paciente não ultrapasse de 6 meses a 2 anos.

A insuficiência cardíaca congestiva é quando o coração não consegue bombear sangue suficiente para atender às necessidades dos órgãos e dos tecidos do organismo. Em certas ocasiões, esse estado pode ser agravado por arritmias cardíacas.

Estima-se que mais de 40.000 americanos faleçam por ano de insuficiência cardíaca e que pelo menos 4,8 milhões de pessoas sejam portadores dessa afecção. Muitas pesquisas já foram e estão sendo desenvolvidas para descobrir as causas da insuficiência cardíaca, assim como os avanços no tratamento medicamentoso e cirúrgico estão se consolidando.

Os pacientes candidatos a transplante geralmente podem ser divididos em dois grupos:

Com danos irreversíveis causados pela doença das coronárias sob forma de múltiplos ataques cardíacos.

Com a doença do músculo propriamente dito (cardiomiopatia).

Em ambas condições o coração perde seu vigor contrátil.

Ocasionalmente, podem ocorrer outras maneiras de comprometer a função cardíaca: anormalidades adquiridas ou congênitas das válvulas ou de outras estruturas do coração e mesmo condições raras como a presença de tumores no coração.

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Qualquer pessoa pode se submeter a um transplante do coração?

Até recentemente, os efeitos colaterais da medicação contra rejeição evitavam que as crianças e as pessoas mais idosas pudessem ser operadas. Atualmente, desde recém-nascidos até idosos com mais de 70 anos são aceitos como receptores.

As chances de sobrevida longa dependem em parte do estado dos outros órgãos, principalmente cérebro, pulmões fígado é rins. Os pacientes que apresentam problemas nesses órgãos podem não se beneficiar do transplante.

Outros problemas médicos devem ser considerados quando se analisam os candidatos, tais como evidências de infecção ativa de qualquer natureza, diabetes, embolia pulmonar, doenças degenerativas e tumores.

Um aspecto decisivo para o sucesso do tratamento é o estado psicológico do paciente, que deve cooperar com a orientação médica e, ao mesmo tempo, ter amparo familiar consistente.

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Como ser candidato ao transplante?

O médico cardiologista que acompanha o paciente deverá fazer o diagnóstico da insuficiência cardíaca e tratá-la energicamente. Caso os sintomas não melhorem, este paciente deverá ser encaminhado a um dos hospitais que possuem equipes que realizam o procedimento, onde o caso será analisado detalhadamente, feito inúmeros exames e avaliações, incluindo aspectos psicológicos e sociais. Caso não existam contra-indicações, o paciente será considerado um receptor.

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Como funciona o sistema de transplante?

No Estado de São Paulo, existe a Central de procura de Órgãos da Secretária de Saúde do Governo do Estado que centraliza a lista única dos receptores cadastrados pelas diferentes equipes transplantadoras. Quando surge notificação de um paciente em coma irreversível, o computador da Central analisa a compatibilidade de peso corporal e tipo sangüíneo, seleciona o receptor mais antigo previamente inscrito e avisa a equipe respectiva para realizar a operação. Receptores com quadros clínicos mais graves, internados em UTI, fazendo uso de medicação endovenosa, recebem prioridade lista única.

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Como é feito o transplante de coração?

Existem duas técnicas cirúrgicas:

Transplante ortotópico: um coração doente é removido e, em seu lugar, é implantado um órgão saudável retirado de um doador, sendo aplicado na maioria dos casos (97%).

Transplante heterotópico: o coração do doador é implantado sobre o órgão nativo com a finalidade de ajudar o bombeamento do sangue. Concluída a operação, o paciente terá dois corações: o seu doente e o do doador saudável. Essa técnica é utilizada em situações em que o coração danificado não pode ser removido, por exemplo, quando a pressão do sangue nas artérias dos pulmões é anormalmente elevada e não mostra tendência de queda aos níveis normais. Nesse caso, o transplante convencional (ortotópico) não terá sucesso, pois o coração do doador não está preparado para enfrentar essa pressão elevada. Este tipo de implante é raramente feito, contudo, existem muitos pacientes que hoje vivem com dois corações.

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Quem pode doar o órgão?

A opção de uma pessoa tornar-se doadora de órgãos deve constar em seu documento de identidade e a família deve concordar explicitamente com a doação. Não existe limite para idade do doador.

É necessário que sejam excluídos aqueles portadores de doenças cardíacas e de estados infecciosos atuais ou antigos como hepatite B, C, AIDS e outros que formalmente contra-indicam a doação, sob pena de repassá-los a quem receber o órgão.

O doador poderá estar no mesmo hospital ou à distância, na mesma região ou em outro estado. Por isso, é necessário o estabelecimento de logística de busca, sempre levando em conta que o coração resiste até 4 horas sem funcionar. Esse tempo deverá incluir a retirada cirúrgica do órgão no doador, seu acondicionamento em recipiente específico, transporte terrestre ou aéreo até o hospital e, finalmente, o implante cirúrgico do órgão no receptor. Não pode ocorrer falhas, tudo deve ser previsto!

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Como ter certeza que o doador está morto e seus órgãos podem ser retirados?

A morte é um processo dinâmico que leva algum tempo para se completar, ou seja, do ponto de vista biológico, ela não é instantânea.

O corpo humano é formado por inúmeros tecidos orgânicos diferentes. Por exemplo, o tecido mais sensível e que não suporta mais do que poucos minutos a ausência de circulação de sangue é o cérebro, enquanto que a pele e seus componentes resistem a muitas horas sem circulação sangüínea, a ponto de se observar o crescimento dos pelos e unhas após o falecimento.

Quando alguém sofre um trauma na cabeça ou um derrame que comprometa o chamado tronco encefálico, configura-se o coma encefálico profundo e irreversível. Nessas condições, esse indivíduo é considerado cadáver, apesar de o restante do organismo funcionar bem.

Obrigatoriamente são realizados exames de eletroencefalograma, ultra-som vascular ou angiografia central, que comprovam que o encéfalo deste paciente está irreversivelmente danificado.

Somente nessa condição de coma encefálico é que órgãos de uma pessoa podem ser retirados, com a devida autorização de seus familiares.

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Quais são os cuidados a serem tomados após o transplante cardíaco?

Ao ser completada a operação com êxito, espera-se melhoras na expectativa de vida. Contudo, serão necessários cuidados com o órgão implantado, principalmente em sempre tomar a medicação conforme foi prescrito, e acostumar-se com os efeitos colaterais, caso apareçam. Outro aspecto importante é não se expor a situações em que existe possibilidade de contrair uma infecção, como visitar uma pessoa gripada, ingerir algum tipo de alimento que possa estar contaminado e assim por diante.

Ressalta-se que os batimentos cardíacos costumam ser mais rápidos do que os batimentos cardíacos costumam ser mais rápidos do que em uma pessoa normal que, em repouso, apresenta entre 60 a 80 batimentos/minuto, enquanto no transplantado podem estar ao redor de 130 batimentos/minuto.

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Quais são as complicações de um transplante de coração?

As complicações mais comuns que aparecem ou é a rejeição ao órgão transplantado ou a infecção. É necessário muito cuidado para evitar essas intercorrências. Eventualmente, após os primeiros anos do transplante, podem ocorrer obstruções nas artérias coronárias.

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Por que acontece a rejeição do coração transplantado?

Porque o sistema imunológico do organismo por meio dos glóbulos brancos reconhecem “substâncias” estranhas e reage contra a sua presença. Após um ferimento no dedo de uma pessoa, por exemplo, as bactérias que entram no organismo são combatidas pelos glóbulos brancos que as destroem e evitam a infecção. Este é o mecanismo normal.

Resposta semelhante ocorre a um coração após seu transplante de uma pessoa para outra. O órgão acaba sendo atacado pelo sistema imunológico do paciente receptor.

Quando os transplantes iniciaram, a ciência médica ainda não entendia que o sistema imunológico via o novo coração como um corpo estranho ao organismo e o atacava.

Atualmente, devido à incorporação de novos conhecimentos de como funciona a imunologia, associada à aplicação de medicamentos potentes contra a rejeição, a sobrevida dos transplantados tem melhorado significativamente.

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Como saber se o organismo está rejeitando o coração transplantado?

A rejeição pode causar febre, fraqueza e batimento cardíaco rápido ou algum outro tipo de anormalidade no ritmo cardíaco. Quando fraca, pode não causar sintomas, mas, o eletrocardiograma pode mostrar alterações sugestivas. Se o médico suspeitar de rejeição, o paciente é submetido à biópsia do coração. Um fragmento do músculo cardíaco é retirado e microscopicamente analisado para encontrar ou não sinais de inflamatória compatíveis com rejeição.

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Como evitar a rejeição de órgãos?

A rejeição do coração é evitada usando os medicamentos imunossupressores que inativam os glóbulos brancos para que não ataquem o coração transplantado.
Se mesmo tomando esses remédios for constatada a rejeição do coração, a dosagem da medicação imunossupressora é aumentada e, muitas vezes, é necessária a internação do paciente.

Os remédios que combatem a rejeição podem apresentar efeitos colaterais diversos como aumentar o peso e a taxa de açúcar no sangue, afetar o funcionamento dos rins e do fígado, aumentar a pressão arterial etc. Quando se observam efeitos colaterais, a dosagem da medicação imunossupressora é rebalanceada, obtendo-se sempre bons resultados.

É necessário chamar a atenção para a interação medicamentosa (quando o paciente toma mais de um remédio) que pode alterar os efeitos dos remédios e até mesmo inativar alguns deles. Por isso, quando um transplantado necessitar tomar alguma medicação diferente, é necessário consultar seu médico assistente para verificar se é possível ou não utilizar o medicamento.

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Por que é grande a chance de ocorrer infecção?

A infecção é outro grande fantasma nos pacientes transplantados. Os mesmo glóbulos brancos que atacam o coração transplantado são responsáveis pela remoção de partículas estranhas ao organismo (bactérias). Quando eles são inativados pelos medicamentos imunossupressores para que não ataquem o coração, as bactérias patogênicas não são removidas, sobrevindo à infecção.

Por isso que, ao elevar a dose desses medicamentos aumenta a possibilidade da ocorrência de infecção. Portanto, o paciente não deve se expor a situações em que existam chances de apanhar uma infecção como, por exemplo, ficar junto de uma pessoa com gripe forte.

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Qual o perigo da obstrução das artérias coronárias?

É muito importante que o paciente mantenha rígida dieta com baixo teor de gordura para evitar a aterosclerose coronária.

A possibilidade de ocorrência de obstruções nas artérias coronárias do coração transplantado não é acompanhada dos sintomas habituais, ou seja, angina (dor) no peito, visto que o órgão foi denervado. Por essa razão, é necessário que o paciente submeta-se a cateterismo cardíaco (coronariografia) pelo menos a cada dois anos. Havendo persistência desse problema, cogita-se a possibilidade de um novo transplante (retransplante).

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Quanto tempo o transplantado pode sobreviver?

Em média, a sobrevida em 1 ano é de 85% e ao final de 3 anos é de 78%. Contudo, existem pacientes vivos há mais de 20 anos após o transplante.

A qualidade de vida dos pacientes mostra dramáticas melhoras, pois recuperam a capacidade física, voltam a trabalhar e mesmo a praticar esportes.

Cirurgia Oftalmológica

 

 

Cirurgia Refrativa ( correção a laser de miopia, hipermetropia e astigmatismo )

A Cirurgia Refrativa a laser é o precedimento cirúrgico para correção do “grau dos óculos” (miopia, astigmatismo e ou hipermetropia) feita por meio de um equipamento chamado Excimer Laser através do modo PRK ou do LASIK, dependendo da indicação para cada paciente. O uso do laser torna a cirurgiarápida e precisa permitindo o retorno em poucos dias às atividades sociais e profissionais. Aparelhos de última geração e a experiência do oftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa, fazem com que a previsibilidade, a segurança e a estabilidade da cirurgia refrativa a laser tornem-se mais altas.

 

Durante a cirurgia refrativa a movimentação do olho é monitorada por um sistema rastreador chamadoEye Traker, o qual faz com que o laser seja aplicado no local correto mesmo quando ocorrem pequenos movimentos oculares.
Antes de se submeter à cirurgia refrativa é necessário realizar um estudo completo do olho a ser operado com oftalmologista especialista em cirurgia refrativa: refração adequada, topografia e estudo de paquimetria da córnea, mapas paquimétricos e de superficial anterior e posterior da córnea, avaliação docristalino, estado da retina, pressão intra-ocular, entre outros.
Alguns critérios devem ser respeitados para a indicação da cirurgia refrativa, como o exame do grau dos olhos ( miopia, astigmatismo e hipermetropia )estável por pelo menos 1 ano; idade minima de 21 anos; interrupção do uso de lentes de contato gelatinosa por pelo menos 1 semana e se forem rígidas por um mês; não estar grávida ou em fase de amamentação, e outros critérios técnicos que devem ser avaliados e discutidos com o oftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa.

Portanto, para realização da cirurgia refrativa, um cuidadoso exame deve ser realizado pelooftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa e as devidas orientações e dúvidas esclarecidas, avaliando se o paciente está ou não apto para ser operado para preservar sua saúde ocular.

PRK (Ceratectomia Fotorrefrativa)

O PRK consiste em uma das modalidades da cirurgia refrativa em que a aplicação do laser ocorre diretamente sobre o tecido corneano superficial, o que levava a um pós operatório um pouco desconfortável e com tendência a uma cicatrização maior quando comparado ao LASIK. Com isso, noPRK a visão demora mais tempo para reperação completa.
Durante o PRK a energia do excimer laser vaporiza o tecido corneano, permitindo esculpir a córnea e modelar sua curvatura para eliminar a miopia, hipermetropia ou astigmatismo.
Na técnica do PRK o olho é anestesiado com gotas de colírio anestésico e um aparelho é colocado entre as pálpebras para impedir que se pisque durante a cirurgia. Em seguida, o oftalmologista remove o epitélio, uma fina camada que recobre a córnea. Durante o PRK, deve-se olhar para a luz do Excimerpara o laser ser aplicado e remodelar a forma da córnea. Terminada a aplicação do laser do PRK, o oftalmologista põe uma lente de contato terapêutica sobre a cornea operada, que será removida dentro de 2 a 5 dias.
Alguns pacientes poderão apresentar, no pós-operatório do PRK, embaçamento da visão por um período que varia de 1 a 15 dias e certo desconforto, até que o epitélio cicatrize e recubra a área tratada. Geralmente, gotas de colírio e analgésicos ajudam a reduzir o desconforto do pós-operatório do PRK. O resultado visual alcançado é avaliado num período que varia de algumas semanas a 3 meses em média, de acordo com as características de cicatrização de cada pessoa.
Nos últimos anos tem sido frequente o uso de uma substância chamada mitomicina associada ao PRK,especialmente nos casos de graus mais altos de miopia, astigmatismos e hipermetropias que não podem ser operadas através do Lasik. Esses casos, até então eram contra-indicados e graças a essa associação (PRK com mitomicina) vem apresentando ótimos resultados.

 

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LASIK (Laser Assisted In Situ Keratomileusis)

O LASIK consiste em outra modadelidade de cirurgia refrativa e seu nome deriva da abreviação do termo inglês “laser-assisted in situ keratomileusis”. O LASIK começou a ser utilizado em cirurgias refrativas na década de 90 e tornou-se uma das cirurgias mais realizadas em todo o mundo.
A técnica do LASIK difere da PRK porque corrige a visão agindo em uma das camadas internas, ao invés de atuar na superfície da cornea. Com isso, a melhora da visão ocorre mais rapidamente, geralmente em 24 horas.
Na técnica do LASIK, após o olho ter sido anestesiado com colírio, um aparelho é colocado entre as pálpebras para impedir que se pisque durante a cirurgia. Em seguida, um instrumento chamado microcerátomo realiza um corte muito delicado e preciso na superficie da córnea com a finalidade de levantar uma fina camada (lamela). Esta mesma etapa pode ser realizada com um outro tipo de laser chamado de Fentosecond Laser. Quando utilizamos o Fentosecond Laser em cirurgias refrativas, chamamos este procedimento de iLasik, ou seja todas as etapas da cirurgia são feitas à laser. Quando se utiliza os dois tipos de laser, o procedimento fica ainda mais seguro. Nos Estados Unidos a cirurgia refrativa realizada toda à laser (“bladeless”) é rotina há cerca de cinco anos.
Após a confecção da lamela deve-se olhar para a luz do Excimer para o laser ser aplicado e remodelar a forma da córnea. Por fim, a lamela é recolocada de volta ao lugar sem necessidade de pontos.

O Funcionamento do Coração Humano


 

Agora vamos estudar o ciclo cardíaco.

O coração contrai e relaxa constantemente, em um processo chamado de ciclo cardíaco e composto por sístole e diástole.

O coração apresenta quatro câmaras: dois átrios e dois ventrículos.

Os átrios funcionam como câmaras receptoras do sangue de várias partes do corpo. Os ventrículos funcionam como câmaras bombeadoras.

Na metade direita do coração só circula sangue venoso, na esquerda sangue arterial. A circulação do sangue nestas quatro cavidades está controlada pelas válvulas. As válvulas também servem de meio de comunicação entre os átrios e os ventrículos.

A função do átrio e do ventrículo direitos é arrastar o sangue para os pulmões, onde se liberta o dióxido de carbono e se fornece de oxigênio.

Por outro lado, o átrio e o ventrículo esquerdos têm o trabalho de arrastar o sangue enriquecido de oxigênio para todas as partes do corpo.

 

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Unesp abre inscrições para o vestibular 2016

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A Universidade Estadual Paulista (Unesp) abriu nesta segunda-feira (14) o período de inscrições para o vestibular 2016. Os candidatos interessados têm até às 16h do dia 13 de outubro para fazer o cadastro, no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br). A taxa do vestibular de R$ 155,00.

As provas da Unesp são realizadas em duas fases. A primeira fase será realizada no dia 15 de novembro, em 31 cidades paulistas e ainda em Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Uberlândia (MG). A segunda fase será aplicada nas mesmas cidades, nos dias 13 e 14 de dezembro. Em 2015, o mesmo processo seletivo registrou 101.080 candidatos.

 

Isenção da taxa do vestibular
A Unesp oferece isenção da taxa de inscrição do processo seletivo para mais de 7 mil candidatos socioeconomicamente carentes. Os pedidos já foram feitos, e o resultado será divulgado em 5 de outubro, na página da Vunesp. Os candidatos também puderam pedir redução de 50% da taxa. O resultado poderá ser conferido no site da organizadora a partir do dia 28 deste mês. Além disso, os 400 mil alunos matriculados no último ano da rede pública estadual paulista, nas Escolas Técnicas do Centro Paula Souza ou na Educação de Jovens e Adultos, terão 75% de desconto na taxa, se fizerem a inscrição.

Conteúdos que mais aparecem nas provas do ENEM.

A análise geral da pesquisa indicou, por exemplo, que na prova de ciências da natureza, são cobradas mais questões relativas a ecologia do que botânica, ou então mais questões relativas a eletricidade do que termodinâmica. Já na prova de linguagem, o aluno deve estar mais afiado em interpretação de texto do que gramática. Em matemática, as chances do candidato se deparar com funções e geometria são maiores do que equações elementares ou matrizes.

É importante lembrar que o Enem é uma prova de caráter interdisciplinar, ou seja, uma questão pode exigir conhecimento de diversas matérias. O levantamento feito pela Veja levou em conta essa característica: quando isso ocorre, a duplicidade foi indicada.

Além desse fator, é importante lembrar que o Enem foi criado em 1998 para, em 2009, transformar-se em vestibular e selecionar estudantes para universidades federais. Ou seja, as provas mais recentes pouco se parecem com a primeira prova do exame. Por isso a pesquisa leva em consideração apenas os exames aplicados a partir de 2009. Ainda assim, segundo os professores ouvidos, o estudante que está se preparando para o Enem deve se concentrar nas edições de 2010, 2011 e 2012. A prova de 2009 é a transição do antigo para o novo modelo, a primeira com 180 questões. “A avaliação de 2009 é um ponto fora da curva. Houve questões muito irregulares”, afirma o professor Luís Ricardo Arruda, coordenador do Anglo Vestibulares. “As provas que se seguiram são mais equilibradas e servem como ferramentas mais apuradas para a preparação dos estudantes.”

 

Veja abaixo os gráficos com os resultados do levantamento sobre o Enem

 

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ciências-da-natureza-física


ciências-da-natureza-biologia


 

22 Possíveis Temas da Redação do Enem 2015

Descubra os 22 assuntos apontados como possíveis Temas da Redação do Enem 2015, se prepare desde ja para escrever uma redação nota 1000 no Enem 2015.

 

 

 

1. Diálogo entre ciência e sociedade

 

A ciência realiza novas descobertas frequentemente, o que possibilita melhorias e desenvolvimento de novas tecnologias. Entretanto, muitas vezes a sociedade não entende o método científico e muitas coisas são confrontadas com paradigmas culturais, morais ou religiosos. Para lidar com isso, é necessário haver comunicação entre o meio científico e a população.

 

 

2. Limites entre estética e saúde

 

Academia, dietas, cirurgias plásticas, anabolizantes etc. É grande a busca pelo corpo perfeito caracterizado por um padrão de beleza. Mas até que ponto a estética coincide com hábitos saudáveis? Conhece-se muitas doenças causadas por insatisfação corporal como anorexia, bulimia, depressão, compulsão alimentar e obesidade, além de consequências no convívio social como discriminação e baixa autoestima.

 

 

3. Novos modelos de educação

Há muitos debates ocorrendo sobre as problemáticas do sistema tradicional de ensino e novos modelos de educação para o século XXI, tendo em pauta os métodos de avaliação, uso de tecnologias, interação professor-aluno, formação crítica e social etc. Um recente documentário realizado no Brasil que ajuda na discussão desse tema é o “Quando sinto que já sei” que pode ser encontrado no Youtube.

 

 

4. Dificuldades da formação universitária

A formação universitária no Brasil encontra diversos obstáculos como financeiro (o alto valor das mensalidades em faculdades privadas, custeio de transporte ou residência, materiais didáticos, alimentação), psicológico (escolha de curso, afastamento de familiares e amigos, aumento de responsabilidades, inserção no mercado de trabalho), entre outros. Ao mesmo tempo, o Estado tem criado políticas públicas como Fies, Pronatec, sistemas de cotas, criação de novas universidades etc.

 

 

5. Conceito de família no século XXI

O projeto de Lei 6583 de 2013 cria o Estatuto da Família. Nesse texto, família é definida como união entre homem e mulher. A partir disso, muitas discussões têm sido feitas sobre o conceito de família atualmente, com o intuito de refletir sobre famílias formadas por mães ou pais solteiros, avós e tios, casais homossexuais, poligamia etc.

 

 

6. Justiça com as próprias mãos

 

Tema bastante polêmico em 2014 e que pode ser discutido com mais imparcialidade esse ano. O combate à violência através da justiça com as próprias mãos é válido? Definições de justiça, casos de linchamentos, rebeldia com a ordem e segurança públicas são alguns pontos que abordam essa temática.

 

 

7. Obsolescência programada

Esse conceito significa a diminuição da vida útil de equipamentos com o intuito de incentivar a compra de novos produtos ou versões atualizadas. Rodeio esse tema a questão do consumismo exacerbado, resíduos eletrônicos, responsabilidade e consciência social do consumidor. Um documentário sobre esse assunto também pode ser encontrado no Youtube e ajuda no entendimento.

 

8. Trânsito em grandes metrópoles

Grandes cidades têm tido cada vez mais problemas com o trânsito. Muitos pontos podem ser discutidos nessa temática como a preferência dos cidadãos por transporte público ou individual, poluição causada por muitos carros, poluição sonora (buzinas em congestionamento), via exclusiva para ônibus, ciclovias, tempo gasto diariamente entre trabalho e residência, atraso nos horários e superlotação em ônibus, trens e metrôs, greves dos funcionários de transportes públicos, preços das passagens, catraca livre etc.

 

9. Voluntariado e transformações sociais

O trabalho voluntário no Brasil tem passado por uma transformação. Não se pensa mais no voluntariado como assistencial (doação de roupas, alimentos e agasalhos, por exemplo), mas como uma tentativa de mudança social, através de medidas inclusivas e de impacto. Outro ponto a ser considerado é a valorização que as empresas fazem de candidatos e funcionários que realizam trabalhos voluntários, assim como próprios projetos sociais realizados pelas empresas para contribuição à sociedade ou marketing.

 

10. Liberdade de expressão e mídia

 

Tema bastante atual, a liberdade de imprensa tem sido muito discutida, principalmente após o ataque à revista francesa Charlie Hebdo no início desse ano. Pode-se refletir sobre os limites entre liberdade de expressão e respeito às diferenças ou respeito à verdade.

11. Consumo de álcool e droga por adolescentes

Por lei, o consumo de álcool é proibido por adolescentes. Entretanto, é crescente o uso não só de bebidas alcoólicas mas também de drogas lícitas e/ou ilícitas entre os jovens, como cigarro, maconha, cocaína, LSD etc. As razões e consequências desse ato podem servir como base para a discussão do tema.

12. Limites entre humor e bullying

Os limites do humor é algo que tem chamado bastante atenção atualmente por causa de diversos processos a comediantes do Brasil como Rafinha Bastos, Danilo Gentili etc, e o constante uso de discriminação das minorias para fazer piada. A responsabilidade social do comediante foi discutida no excelente documentário de Pedro Arantes, “O riso dos outros”, encontrado no Youtube.

13. Desigualdade étnica e de gênero

O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo e entre muitos tipos de desigualdade, a étnica e a de gênero costumam ser as mais discutidas, assim como os preconceitos gerados por essa situação, respectivamente, racismo e machismo. Os direitos conquistados, as lutas e reivindicações e as políticas públicas são alguns pontos que merecem ser estudados para entender a causa e argumentar com clareza.

14. Gestão de resíduos urbanos

Em 2010, foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos. A gestão de resíduos ainda é um tema bastante em alta devido à enorme quantidade de lixo produzido anualmente no Brasil. Coleta seletiva e logística reversa são alguns dos termos importantes de serem entendidos. Para conhecer mais sobre a lei e sua importância na sociedade, pode ser consultada a explicação no site do Ministério do Meio Ambiente.

15. Saúde pública

Problemas no Sistema Único de Saúde (SUS) como falta de médicos, atrasos, grandes filas de espera e falta de equipamentos são possíveis de serem tratados em uma dissertação. O tema também é bastante atual devido ao programa de governo Mais Médicos que trouxe médicos de outras nacionalidades (cubanos) para atuar no Brasil com o intuito de amenizar os problemas na saúde pública.

16. Abuso em trotes universitários

Todo ano, vários casos de abuso em trotes universitários são noticiados. Esse ano, um dos casos mais alarmantes foi de uma jovem que teve a perna queimada por ácido. O fator psicológico dos jovens recém inseridos no ensino superior também é pauta nessa discussão. Leia mais sobre esse tema nessa coluna.

17. Tráfico de drogas e violência urbana

A correlação entre o tráfico de drogas e a violência urbana, principalmente em favelas, é muito propício de discussão. Esse tema foi recentemente abordado nos filmes Tropa de Elite (1 e 2) e é sempre mencionado quando se debate sobre Legalização da Maconha, já que o combate às drogas é um dos fatores que mais causam violência e conflito entre policiais e civis no Brasil.

18. Uso da água na economia brasileira

O Estado de São Paulo passa por uma intensa crise hídrica e isso tem colocado a água no centro de grandes discussões. Uma das possibilidades de tema envolvendo a água é a sua importância em diversas atividades econômicas no Brasil como a agroindústria e a geração de energia elétrica através de hidrelétricas.

19. Saúde feminina na gravidez

A preocupação com a saúde da mulher durante a gravidez é um bom tema de redação pois nele podemos tratar várias problemáticas presentes na sociedade brasileira como o aborto não legalizado que fere e mata milhares de mulheres por ano, os maus tratos nos hospitais durante abortos espontâneos ou nos partos. O tema também é atual por causa da recente resolução que limita a quantidade de cesáreas que podem ser realizadas, o que é uma intervenção do Estado na escolha da mulher.

20. Sustentabilidade nas empresas

O termo sustentabilidade está bastante em alta no Brasil com a crescente preocupação com o meio ambiente. Nesse contexto, as empresas precisam atuar coincidindo a busca por lucros com o cuidado ambiental. Políticas empresariais e marketing verde são os pontos de destaque nessa discussão.

21. Intolerância religiosa

Novamente, o ataque à revista Charlie Habdo pode exemplificar o tema. Mas muito mais do que um caso isolado, a intolerância religiosa é grande tanto no Brasil como em outros países. Ao debater esse tema, precisamos lembrar da laicidade do Estado e do respeito aos diferentes tipos de crenças e rituais religiosos, podendo destacar, no caso do Brasil, o grande preconceito existente com religiões de origem africana.

22. Ativismo em redes sociais

Cada vez mais, as redes sociais têm sido usadas para estar em contato com a política e com movimentos sociais. Eventos são criados para marcar protestos, projetos de leis polêmicos facilmente viram virais e reivindicações têm sido feitas através de abaixo-assinado online. Essa nova forma de participação política e suas causas e consequências na sociedade é um bom tema de pesquisa e escrita.

12 Assuntos do Enem 2015 para estudar imediatamente

A importância dos temas atuais para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é indiscutível. Sabemos o quanto os assuntos repercutidos no Brasil e no Mundo se faz presente em todas as questões da prova. Por isso, não basta apenas conhecer o assunto é preciso dominá-lo. Confira os 12 assuntos do Enem 2015 que você precisa estudar para não sair mal na prova.

 

 

Sem título

 

 

1. Conceito da família do século XXI – muito tem se discutido sobre a formação familiar atual.

2. Impeachment –  várias manifestações e atos marcaram o ano no País. Brasileiros foram às ruas pedindo o impeachment da atual presidente. Esse inclusive poderá ser o tempo da redação do Enem 2015.

3. Petrobrás – de forma econômica e política, os escândalos envolvendo a Petrobras foram capas de jornais de todo mundo. Estude mais sobe o assunto.

4. Corrupção na Fifa – outro destaque, o escândalo de corrupção na Fifa destacou os esquemas da realização da capa no Brasil. Fique atento quanto a esse assunto.

5. Pec das Domésticas – muito se repercutiu sobre as mudanças na lei e na vida dos empregados domésticos. Estude sobre essas mudanças e elabora uma opinião formada sobre o assunto.

6. Preconceito racial – o tema ganhou relevância após vários famosos serem atacados em suas redes sociais. Repercute o quanto o assunto ainda é presente, mesmo em pleno século XXI.

7. Falta de água e crise no setor energético – o que as regiões brasileiras estão enfrentando em relação aos dois assuntos.

8. Crise econômica – a economia do País vai de mal a pior, em todos os setores. Verifique níveis de desemprego, e como a economia rege todas as demais cadeias produtivas.

9. EI – O Estado Islâmico através do grupo extremista divulgou várias destruições, além das mortes praticadas no decorrer do ano. É importante se atentar para tal assunto.

10. Religião – a intolerância religiosa que é destacada no Brasil e em todo o mundo.

11. Redes Sociais – a forma como as redes sociais tem sido utilizada pelos ativistas para marcação de atos de manifestação.

12. Estética X Saúde – em todo o ano foi visto na mídia discussões sobre os procedimentos estéticos que colocam em risco a saúde. E, até quando a vaidade fala mais alto nesse processo.